terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Teoria dos JogosAplicada aos Relacionamentos

Conforme prometi inicio as postagens sobre o tema. Começo com um jogo clássico, desenvolvido na Universidade de Pricetown, que já rendeu 3 Prêmios Nobel.
Preciso da cooperação de vocês, postando comentários sobre como os personagens irão reagir à situação:
Dilema dos Prisioneiros


Dois suspeitos, A e B, são presos pela polícia. A polícia tem provas insuficientes para condená-los, mas, separando os prisioneiros, oferece a ambos o mesmo acordo: se um dos prisioneiros, confessando, testemunhar contra o outro e esse outro permanecer em silêncio, o que confessou sai livre enquanto o cúmplice silencioso cumpre 10 anos de sentença. Se ambos ficarem em silêncio, a polícia só pode condená-los a 6 meses de cadeia cada um. Se ambos traírem o comparsa, cada um leva 5 anos de cadeia. Cada prisioneiro faz a sua decisão sem saber que decisão o outro vai tomar, e nenhum tem certeza da decisão do outro. A questão que o dilema propõe é: o que vai acontecer? Como o prisioneiro vai reagir?
O dilema do prisioneiro clássico
O enunciado clássico do dilema do prisioneiro, acima exposto, pode resumir-se, do ponto de vista individual de um dos prisioneiros, na seguinte tabela (tabela de ganhos):

Prisioneiro "B" nega
Prisioneiro "B" delata
Prisioneiro "A" nega
Ambos são condenados a 6 meses
"A" é condenado a 10 anos; "B" sai livre
Prisioneiro "A" delata
"A" sai livre; "B" é condenado a 10 anos
Ambos são condenados a 5 anos

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